Me chamo Gutemberg, meu encontro com a Gnose já começou na infância e adolescência, quando dizia em meus sonhos: “isto é um sonho", lógico que nem remotamente suspeitava que era Gnose, tinha várias catalepsias que para mim eram mais pesadelos, não era do tipo místico. Cresci como todos mas tinha uma vida de boêmio, meu Pai físico até me chamava a atenção.
Já na faculdade um amigo me falou da Gnose e sobre a Atlântida, era um tema que gostava muito, então resolvi assistir, no primeiro dia não fui, perdi a aula por motivos fúteis, mas acabei entrando na turma da semana. O primeiro livro que me trouxe totalmente para a Gnose foi o Matrimônio Perfeito. Ali compreendi porque desperdiçava minhas energias bobamente.
Fui membro do Movimento Gnóstico na Nova Ordem, ajudei na divulgação e algumas vezes ditando conferências como aspirante a instrutor. Com o fechamento do Movimento e, já com as oitavas bem baixas, deixei de frequentar e caí novamente na vida, como se uma amnésia tivesse tomado conta de mim, cometi novamente os mesmos erros da juventude.
Porém em Outubro de 2018 em uma madrugada, algo diferente aconteceu, eu não praticava mais o desdobramento astral, dormia feito animal, mas nessa noite foi muito diferente, não sei explicar mas consegui o desdobramento, fiquei um bom tempo no astral. Depois, ao retornar ao corpo físico, ainda na madrugada, caí em uma reflexão profunda, lembrando tudo que tinha feito, os erros, as fornicações, caí em pranto. Porém, foi a partir desta madrugada que voltei novamente ao ensinamento. Tudo mudou a partir deste dia, às vezes chorava pela rua quando me recordava dos males feitos.
Foi aí que comecei a procurar pessoas que buscavam a Gnose, participei de conferências de outras “Gnoses”, eu queria estar perto de quem respirasse Gnose, mas era tudo muito superficial, foi quando me pus a fazer vídeos passando o Ensinamento, era a época do COVID, divulgava meus vídeos no YouTube e Facebook.
Foi quando apareceu o Miguel, entrou em contato comigo no privado, me convidando para participar do grupo Gnose Para Poucos, aceitei o convite muito desconfiado, afinal de tudo tem na internet. Mas com o tempo e a prática pude comprovar que o grupo é muito sério e que o trabalho que estão realizando está dentro do que pedem as Hierarquias, principalmente em relação a síntese deixada pelos V.M. Samael e Rabolu. Então fui criando, a cada dia, mais força para me manter nessa caminhada até a liberação final.
Paz Inverencial!
Colaboração: Gutemberg V. F.
Grupo na Nova Ordem: Manaus – AM
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Era por volta de 1980, eu tinha cerca de 20 anos, quando um amigo angustiado me contou que tinha engravidado a namorada. Imediatamente eu disse: “Qual é o problema? Basta fazer um aborto e o problema está resolvido.”
Semanas depois, enquanto dormia tranquilamente na minha cama, acordei com um grito de terror, ao ver na janela um ser terrível que me transmitiu telepaticamente o grave erro que cometi ao dar aquele conselho sobre o aborto; minha consciência imediatamente se arrependeu e pediu perdão por tal falta cometida.
Passaram-se 5 anos aproximadamente quando ouvi, no rádio, um entrevistador dizendo duas frases que me pareceram interessantes e, ao mesmo tempo, convidava para um curso gratuito sobre o tema que falava, sendo que do qual não entendia nada. Como já havia lido a Bíblia várias vezes e passado por várias religiões, as duas frases me eram conhecidas: “Sede perfeitos como o Pai é perfeito” e "Buscai primeiro o reino de Deus e tudo mais vos será dado por acréscimo".
Como requisito, inicialmente era preciso assistir a uma conferência pública em um hotel luxuoso em Santiago do Chile (atualmente é a sede do Ministério das Relações Exteriores do Chile). Tomei coragem e fui à conferência. Não consegui entrar porque estava lotado (quase mil pessoas), mas fiquei do lado de fora e após a conferência me inscrevi no curso.
As aulas começaram com pouquíssimas pessoas (6 ou 7), talvez porque tenham começado em um feriado (1º de novembro); poucos dias depois, havia cerca de 30 pessoas.
Nunca me afastei da Gnose, porque achava todos os temas abordados extremamente interessantes e, para tudo, havia uma resposta clara e precisa.
Passaram-se muitos anos até que o Movimento Gnóstico fechou suas portas e, em um dia qualquer, com enorme espanto e uma grande emoção a qual me fez tremer, lembrei-me que aquela palestra, à qual não pude entrar, se chamava: “O Aborto”.
Paz Inverencial!
Colaboração: Juan Carlos R.
Grupo na Nova Ordem: Santiago (Chile)
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Entrei no Movimento Gnóstico em 1990, quando tinha 14 anos, influenciada por dois dos meus irmãos que já faziam parte dele. Desde pequena, fui a caçula e a mais mimada da família, acostumada a que todos me satisfizessem em tudo. No entanto, eles sempre me falavam sobre as dificuldades da vida, as carências e o sofrimento de muitas pessoas, o que, aos poucos, despertou meu interesse pelos ensinamentos gnósticos.
Comecei a ler os livros e anotações dos meus irmãos e um dia me levaram pela primeira vez ao grupo. Lembro-me com muito carinho da recepção que tive; todos me tratavam com carinho por ser a mais jovem do grupo. Assim transcorreram meus primeiros anos dentro do Movimento.
Tempo depois, já na Fase B avançada, tive durante umas práticas uma experiência espiritual muito bela e significativa. Sempre mantive minhas experiências em silêncio, tal como aconselhava o Mestre. Mas, em uma ocasião, durante uma reunião em que cada um compartilhava o que havia experimentado nas práticas, deixei-me levar pelo clima e acabei contando minha experiência. Até hoje sinto que foi um grande erro, porque depois disso nunca mais tive experiências semelhantes.
No ano 2000 chegou a Circular indicando que todos deveriam retornar à Fase A, justamente uma semana antes de eu poder entrar na Fase C. Eu ansiava por chegar lá, queria conhecer mais e aprofundar-me no trabalho interno, mas já não foi possível. Após o tempo de um ano concedido pelo mestre Rabolu para que todos pudessem entregar a Tarefa, muitos estudantes antigos — na minha percepção — preferiram manter-se em posições de poder em vez de fechar a escola, como havia sido indicado. Até hoje o local continua funcionando, embora não mais de forma pública, mas para um círculo restrito.
Atualmente, o grupo é dirigido por um senhor que afirma estar na Fase C e que garante ter entregue várias vezes a Tarefas ao V.M., algo que pessoalmente desconfio, pois isto é algo que nem devia ser comentado. Recentemente conversei com um deles e perguntei por que não fechavam definitivamente o grupo e cada um seguisse seu próprio caminho espiritual. Ele me respondeu que as Hierarquias queriam que eles permanecessem lá e que, se abandonassem o grupo, “seriam cortados de cima”. Isso me fez refletir, porque muitos acreditam ainda que a salvação é estar dentro de uma Instituição (mesmo que o mestre tenha deixado um prazo para que os estudantes apresentassem a Tarefa dentro do Movimento, ou caso contrário, se retirassem), quando na verdade a salvação é estarmos trabalhando diariamente sobre si mesmos, lutando por eliminar os defeitos e despertarmos no astral.
Mesmo assim, quando me afastei do Movimento da minha cidade, também não me senti plenamente satisfeita. Continuava fazendo minhas práticas, mas sentia que faltava algo. Foi então que comecei a buscar respostas por outros caminhos… e foi nessa busca que encontrei Pedro Z. e o grupo S.O.S., grupo este que trabalha em consonância com a síntese do ensinamento deixado pelos V.M. Samael e Rabolu mais a vivência prática atual dos estudantes que dele participam.
Paz Inverencial!
Colaboração: Isabel G.
Grupo na Nova Ordem: Nicarágua





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